O ciclone Chido, que atingiu o norte de Moçambique na madrugada de domingo, trouxe consigo destruição significativa, especialmente nas províncias de Nampula e Cabo Delgado. As fortes chuvas e ventos intensos associados ao ciclone causaram danos consideráveis à infraestrutura local, resultando na interrupção do fornecimento de energia elétrica a aproximadamente 25 mil famílias.
Além da falta de energia, o ciclone também foi responsável pela destruição de três salas de aula e pelo derrube de três postes de alta tensão. Tragicamente, o evento climático extremo também resultou em três fatalidades e deixou uma pessoa desaparecida.
Luísa Meque, presidente do Instituto Nacional de Gestão de Desastres e Calamidades (INGD), relatou que a gravidade dos danos tornou algumas áreas completamente inacessíveis para as equipas de socorro. Esta situação tem dificultado os esforços de assistência e recuperação nas regiões mais afetadas.
As autoridades continuam a avaliar a extensão total dos danos e trabalham para restaurar os serviços básicos o mais rapidamente possível. No entanto, o acesso limitado e os contínuos riscos associados ao estado do tempo complicam as operações de socorro e recuperação nas áreas impactadas pelo ciclone Chido.








